Evolução da DMRI Úmida

Etapas do desenvolvimento da DMRI úmida

Fase inicial:



Os primeiros sinais clinicamente detectáveis da DMRI são as “drusas”. Drusas são depósitos de material anormal entre a membrana de Bruch e a membrana basal das células do EPR. Tipicamente as drusas estão concentradas na mácula central.


As drusas por si só não respondem por perda visual significativa na DMRI, porém podem levar a problemas visuais tais como redução de sensibilidade ao contraste e metamorfopsia.


Um pequeno número de drusas é considerado normal, como parte do envelhecimento, porém o aumento de seu número e tamanho é sinal de alerta de progressão da DMRI com possível perda de visão.


A fase inicial da DMRI também está associada com alterações na pigmentação das células do EPR.

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Fase avançada:

A principal característica da fase avançada da DMRI úmida é a neovascularização da coroide (NVC). Algumas vezes os novos vasos anormais permanecem sob o EPR, porém podem também disseminar-se pelo EPR.

Os sintomas associados à DMRI úmida avançada são a metamorfopsia, os escotomas, a visão turva e a redução da sensibilidade ao contraste. O prognóstico para o paciente é ruim: ao longo de cinco anos, em torno de 60% irão desenvolver grave perda de visão, se não forem diagnosticados e tratados a tempo.

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A sequência de figuras abaixo (figura 3.2, 3.3 e 3.4) demonstra a evolução da DMRI úmida desde a formação inicial de “drusas” e o espessamento da membrana de Bruch, até o desenvolvimento de neovasos anormais, seu extravasamento e consequente formação de cicatrizes na mácula.

Progressão da DMRI Desenvolvimentos de Drusas

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Progressão da DMRI Neovascularização Coroidal

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Fase Avançada da DMRI Úmida