Injeção Intravítrea

Saiba mais sobre os benefícios e riscos desta técnica

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A injeção intravítrea tem um risco inerente de infecção ocular, porém na prática, com procedimentos de injeção corretos, as infecções intraoculares não são um grande problema durante o tratamento. Técnicas de assepsia devem ser observadas todas as vezes durante os procedimentos de injeção.

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Dentre os procedimentos pós-injeção, é recomendado ao oftalmologista:

  • Avaliar a percepção à luz, achados oftalmológicos indiretos e a pressão intraocular imediatamente após a injeção.
  • Instruir o paciente a relatar imediatamente quaisquer sinais de inflamação ou infecção ocular, como dor forte, olho vermelho, baixa visual.
  • Monitorar o paciente na semana seguinte à injeção, para permitir a detecção precoce de uma eventual infecção.

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Referências:

1. Ambati J, Ambati BK, Yoo SH, et al. Age-Related Macular Degeneration: Etiology, Pathogenesis, and Therapeutic Strategies. Surv Opthalmol 48:257–293, 2003.

2. Schmidt-Erfurth U, Chong V, Loewenstein A, et al. Guidelines for the management of neovascular age-related macular degeneration by the European Society of Retina Specialists (EURETINA). Br J Ophthalmol 2014;98:1144–1167.

3. Miller JW. Age-Related Macular Degeneration Revisited – Piecing the Puzzle: The LXIX Edward Jackson Memorial Lecture. Am J Ophthalmol 2013;155:1–35.

4. Lanzetta P, Mitchell P, Wolf S, Veritti D. Different antivascular endothelial growth factor treatments and regimens and their outcomes in neovascular age-related macular degeneration: a literature review. Ophthalmol 2013;97:1497–1507.

5. Yeoh J, Sims J, Guymer RH. A review of drug options in age-related macular degeneration therapy and potential new agents. Expert Opin. Pharmacother. (2006) 7(17):2355-2368.